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Velório de Rodrigo Castanheira será realizado neste domingo (8)

Despedida

Solenidade será restrita a familiares e amigos do adolescente

Rodrigo Castanheira foi agredido após uma dicussão ernvolvendo um chiclete | Foto: Reprodução

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Familiares e amigos se despedem neste domingo (8) do adolescente Rodrigo Hélbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, que morreu na manhã de sábado (7), em Brasília. Ele estava internado há cerca de duas semanas após sofrer agressões na saída de uma festa em Vicente Pires, no Distrito Federal.

De acordo com o comunicado da família, o velório está marcado para 13h, na Igreja Batista Capital, localizada na SCES Trecho 52, 40, Lote 40, Nono – Asa Sul, em Brasília (DF).

O sepultamento de Rodrigo Castanheira ocorrerá às 17h30 deste domingo (8), no Cemitério Campo da Esperança, também na Asa Sul. A nota informa ainda que a despedida será uma cerimônia fechada, apenas para familiares e amigos.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e envolve o ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. Segundo as apurações, a briga ocorreu na madrugada de 23 de janeiro, na saída de uma festa, após um desentendimento considerado banal, ligado a um comentário feito por Rodrigo sobre um chiclete que teria sido jogado em um colega.

Após a discussão, o jovem teria sido agredido e, durante o confronto, bateu a cabeça na porta de um veículo, sofrendo traumatismo craniano severo. Ele chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de aproximadamente 12 minutos, foi socorrido em estado crítico e encaminhado ao Hospital Brasília, em Águas Claras, onde passou por cirurgia de emergência para drenagem de sangue no crânio, após o rompimento de uma artéria.

Ainda conforme a investigação, mesmo desacordado, Rodrigo teria continuado a ser agredido, o que pode ter agravado o quadro clínico. Pedro Turra foi preso um dia após as agressões, chegou a ser liberado mediante pagamento de fiança de R$ 24,3 mil, mas voltou a ser detido posteriormente, diante de suspeitas de tentativa de interferência nas investigações, e permanece no Complexo da Papuda.

Com a morte do adolescente, a acusação, que até então era de lesão corporal gravíssima, pode ser alterada para homicídio, a depender da análise do Ministério Público e do avanço do inquérito.

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Fonte: Mais Goiás

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