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Caiado articula agenda conjunta com Eduardo Leite e Ratinho Jr em São Paulo

COLUNA DO JOÃO BOSCO BITTENCOURT

Iniciativa integra uma estratégia de ampliação da presença nacional do grupo e de fortalecimento das articulações para a disputa de 2026

Caiado: “O que o Lula quer é um candidato só” (foto divulgação)

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O governador Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, articula uma agenda política em São Paulo ao lado dos governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR), que também se colocam como postulantes ao Palácio do Planalto. A iniciativa integra uma estratégia de ampliação da presença nacional do grupo e de fortalecimento das articulações para a disputa de 2026. A informação foi confirmada por Caiado em entrevista coletiva concedida na capital paulista nesta segunda-feira (9/2).

Segundo Caiado, o trio mantém diálogo frequente e coordena ações conjuntas por meio de trocas de mensagens. Já no início de março, está previsto um roteiro por sete municípios paulistas, em uma agenda voltada à aproximação com lideranças regionais e à consolidação de alianças políticas. “Um momento muito respeitoso entre nós, temos conversado bastante, temos um grupo nosso onde trocamos mensagens sobre encontros e reuniões. Já no início de março já teremos uma pauta em São Paulo onde devemos percorrer 7 municípios do estado”, afirmou.

O governador ressaltou que a definição do candidato do PSD à Presidência será resultado de consenso interno e que o escolhido terá apoio unificado do grupo. “E aquele que for escolhido para ser o representante do partido, será o candidato e terá o apoio dos demais. Essa é a decisão acordada entre nós”, disse.

Caiado também defendeu a estratégia de múltiplas candidaturas no campo da oposição como forma de ampliar a competitividade eleitoral. Na avaliação do governador, a pulverização de nomes funcionaria como proteção política diante do que ele classifica como uso da máquina federal pelo governo Lula (PT). “Respeito opiniões em contrário, mas defendo que tenhamos uma pulverização de candidaturas. Se você tem um candidato só, com sete meses para checar na eleição, ele será duramente prejudicado, agora se você tem três ou quatro, tem mais chances de sobreviver. O que o Lula quer é um candidato só”, declarou.

Fonte: Mais Goiás

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