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Casal de ‘gerentes’ de facção carioca é preso em Goiás após lavar R$ 28 milhões em nome dos filhos

FIM DE LINHA

Investigados usavam contas bancárias em nome dos próprios filhos adolescentes para camuflar a origem do dinheiro

Ao serem abordados, os investigados apresentaram documentação falsa (Reprodução: FICCO/GO)

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Um casal investigado por lavagem de dinheiro do tráfico de drogas foi preso nesta sexta-feira (14/02), em Cocalzinho de Goiás, a 134 km de Goiânia. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 28 milhões ligados ao esquema.

De acordo com as investigações, os suspeitos utilizavam os nomes dos próprios filhos menores de idade para ocultar a origem ilícita dos recursos. O dinheiro seria usado para manter a estrutura de uma facção criminosa com atuação no Rio de Janeiro (RJ).

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A prisão foi resultado de uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/GO) com grupos de elite da Polícia Militar de Goiás, incluindo o Comando de Operações de Divisas (COD), o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e a Companhia de Policiamento Especializado (CPE).

A caçada terminou na madrugada, quando o casal foi interceptado atravessando o município em um SUV locado. Ao perceberem a aproximação da polícia, os dois tentaram uma última cartada e apresentaram documentos falsos.

A farsa, porém, não durou muito. Os agentes já monitoravam os ocupantes e sabiam que estavam no veículo os alvos prioritários da Operação Cifra Vermelha, que busca desmantelar o braço financeiro do Comando Vermelho em solo goiano.

Operação mira casal responsável por chefiar movimentações financeiras do grupo no estado (Foto: Divulgação/MPGO)

Além dos mandados de prisão que já estavam em aberto, o homem e a mulher receberam uma nova voz de prisão em flagrante pelo uso dos documentos falsos. O casal foi levado para a delegacia e agora está à disposição do Poder Judiciário.

Os investigadores optaram por não divulgar os nomes dos presos para não expor a identidade dos filhos menores envolvidos; o espaço segue aberto para que a defesa dos investigados se manifeste.

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Fonte: Mais Goiás

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